A Verdade

 A Verdade é um romance que apresenta um género inovador, híbrido, entre a ficção e a realidade, a entrevista e a narrativa de viagens, num entrelaçamento tão profundo quanto se nos apresenta a própria vida.

 

Como dominar a delicada dança da abertura incondicional à verdade? Como desconstruir os preconceitos que condicionam a percepção? Como aprender a sentir a verdade e confiar na voz interior? São perguntas como estas que nos conduzem neste livro baseado em histórias, conversas e viagens reais e outras ficcionadas, tricotadas numa mesma narrativa, todas a servir o mesmo propósito.

A Verdade é como um mapa, e um mapa sempre depende de quem olha para ele. Por isso, a viagem profunda inscrita nesta história - e o que retirará dela - dependerá apenas de si. É um livro totalmente permeável à consciência de cada leitor.


Neste romance, na busca da verdade da sua própria existência, a protagonista leva-nos entre viagens (Itália, México, Egipto, Córsega, França) algumas delas verdadeiramente iniciáticas, e entrevistas que vai fazendo no percurso da sua própria história.

Estas entrevistas foram realizadas a 12 pessoas cujo trabalho é (re)conhecido internacionalmente.

FREDDY SILVA (Autor, Documentarista e Investigador de Civilizações Antigas),
JUDE CURRIVAN (Cosmóloga, Autora e Co-fundadora de WholeWorld-View),
PAM GREGORY (Astróloga),
PETER ENGBERG (Cineasta),
MARIN BACH-ANTONSON (Fundadora da Priestess Rising Mystery School),
MARTIN GRAY (Antropólogo e Fotógrafo da National Geographic),
ADAM APOLLO (Físico, Arquiteto de Sistemas, Designer),
ARIEL SPILSBURY (Autora do "Oráculo Maia" e Fundadora do Sanctuary of the Open Heart),
SANDRA CISNEROS (Escritora)
SARITA CAMERON (Fundadora do Centro de Retiros SolHenge)
JUDITH KUSEL (Autora e Soul Coach) e
JIM GARRISON (Presidente da Universidade Ubiquity).

In reading just the prologue...

"There is a feeling of being transported to another world beyond time, another dimension that we are now being called to enter. Ana Teresa Silva's writing in particular is haunting and hypnotic, creating a sense of the liminal and ethereal, and I have no doubt that it will be a great success."

Pam Gregory

"It was so powerful... it was a true experience of dropping into a gateway. I could feel that it was very powerfully preparing me for the journey that the story was about to take me on. And the words and the poetry mixed with the potency of the words, it was woven with frequency, it was woven with the vibration that I could feel. And it was just really... wow, I felt a big wow. I felt the impact of the prologue as an experience beyond paragraphs."

Marin Bach Antonson

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Sinopse:

Helena, documentarista premiada, entrega-se à investigação do seu mais novo documentário sob o tema da Verdade, pensando nas falsas premissas que definiram realidades durante séculos e como isso nos condiciona ainda hoje. Muitos são os campos a explorar, como por exemplo o facto de Maria Madalena ter ganho a identidade de prostituta numa homilia do Papa Gregório I, no século VI, e assim ter permanecido séculos e séculos, e como isso influenciou o papel da mulher e a própria sexualidade. A desconexão da sexualidade ao sagrado. A inibição da sabedoria do Sagrado Feminino. Esta e muitas outras premissas são questionadas. Afinal, como podemos nós descobrir as brechas por onde a luz pode passar? Como discernir o que é verdade ou não? E como chegamos ao coração de nós mesmos? Como retiramos os layers que não nos pertencem?

Como a realidade sempre supera a ficção, esta busca de Helena, traz-lhe a verdade que vai destruir as mais importantes fundações da sua vida.

Do grande amor à dor, da mentira à verdade, da noite escura da alma a um outro estado de consciência. Uma travessia que lhe vai abrir portas e janelas para a compreensão de uma nova cultura de amor e sabedoria; a importância do equilíbrio do Masculino e do Feminino dentro de si e no mundo; a harmonização do plano espiritual com o material; e a descoberta do sábio que habita em cada coração. Uma jornada iniciática que permite a cada leitor descobrir a sua melhor bússola, melhor polígrafo, seja do coração ou das entranhas, ao encontro da verdade.

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Ana Teresa Silva

A autora:

Ana Teresa Silva cruza várias áreas profissionais, combinando 30 anos de Jornalismo e Escrita, com o seu trabalho na área do Coaching, PNL, Meditação, Biodanza e Formação tanto na área da Escrita Criativa como no campo do Desenvolvimento Pessoal.

Como jornalista teve o prazer de entrevistar, um pouco por todo o mundo, pessoas extraordinárias que estão a mudar o mundo nas mais diferentes áreas. Passou pela rádio, televisão, desenvolveu vários documentários e programas para TV, e esteve à frente de várias revistas, tendo fundado a revista digital IM Magazine para divulgar "o melhor que se faz no mundo para um mundo melhor" que inspirou um público internacional durante 10 anos.

Enquanto escritora premiada, navega entre romances, poesia e literatura infantil. Tem 7 livros publicados e, na sua escrita, é possível saborear a convergência dessa multiplicidade de caminhos profissionais e saberes recolhidos numa alquimia única.

 

Excerto:

A sua mente parecia ser uma nascente pura de pensamentos, que jorravam sem parar. Olhava para o céu, para Thomas que já dormia ao seu lado, para as árvores que os envolviam, e imaginava as mulheres sábias que, ao longo de tantas gerações, no meio das florestas, nos cumes das montanhas, ao longo das margens dos rios e do mar, nos templos e mosteiros, portadoras de tradições antigas, se tinham reunido para realizar ritos sagrados. Dançar à luz da lua, canto e oração, conversar com inúmeras formas de divindade através de gestos sagrados, elas que eram videntes, sacerdotisas, curandeiras, oráculos, agentes da Grande Deusa Mãe que deu à luz o universo.
O que sentia ela agora, enquanto mulher que apreciava esses ritos ancestrais, ao saber que milhões delas tinham sido mortas na caça às bruxas? Avós, mães, até crianças. Não lhe era claro perceber o que sentia, como os atos perpetuados nesses séculos podiam ainda agora permear o inconsciente colectivo e o seu sentir. Tinha falado com Thomas sobre o que procurava, ou qual era a base da sua pesquisa, das ideias que dançavam dentro de si, mas não se tratava de religiões, ou política, ou história, ou educação, ou nenhum acontecimento em particular, a questão era perceber que tipo de verdades condicionavam a vida ainda hoje, que narrativas marcavam homens e mulheres, e como tinham elas subsistido ao longo dos séculos, a que preço, com quantas mortes de vozes dissonantes, e que energias continuavam a prevalecer no planeta, através da competição, sede de poder, controlo, inveja, ódios, guerras, e o quanto podia ser transformado com uma nova visão de nós mesmos, com outras "verdades", ou pelo menos com outras perspectivas sobre alguns assuntos centrais para a existência humana e da casa onde vivemos, a Terra.

in A Verdade, de Ana Teresa Silva

 

 

O lançamento foi dia 20 de Outubro 2023, pelas 21h30, em Lisboa, na Fábrica de Braço de Prata.